quarta-feira, 26 de agosto de 2009
COMEMORAÇÃO DIA DO FOLCLORE - ALUNOS EJA
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Projeto Meio Ambiente - Lições para a Vida
Veja também esse Slide pelo Youtube clicando aqui.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
FOLCLORE - 22 DE AGOSTO

Visando ampliar conhecimento, preservar e manter tradições em comemoração ao Dia do Folclore ( 22 de agosto), estamos trabalhando com os alunos da Educação de Jovens e Adultos no ambiente multimeio, realizando pesquisas sobre o tema, enfocando: comidas típicas, lendas e mitos, parlendas, trava-língua, danças, festas regionais e etc.
Além das pesquisas envolvendo a aquisição de conhecimentos pedagógicos, privilegiamos também atividades de desenvolvimento da leitura, oralidade e formação de opinião.
Dessa forma, o poder público através da escola promove a inclusão digital, pois, os alunos estão em contato com a tecnologia, lidando com a informática, conhecimento fundamental para nossa geração.
CLASSIFICAÇÃO EJA


Comprovando a importância da Educação de Jovens e Adultos e a procura por essa modalidade de ensino por parte de interessados da comunidade local e adjacências, foram aplicadas nesta unidade escolar no período de 22 à 26 de junho, avaliações para classificação EJA visando estabelecer/definir a série a ser cursada pelos educandos, conforme comprovação do nível de conhecimento.
"O MELHOR REMÉDIO CONTRA A VIOLÊNCIA É A EDUCAÇÃO".
VONTADE DE APRENDER
sábado, 15 de agosto de 2009
Brincando se Aprende
Alunos do 8º Ano na aula de Inglês, brincando com Dominó de Verbos Irregulares no Past Tense.
Brincando e Aprendendo.
Quer coisa melhor?
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Perguntas e respostas sobre Influenza A (H1N1)
Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos dá a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.
2. Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.
3. Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.
4. O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.
5. Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.
6. Se o exame não é realizado em todas as pessoas, isso significa que o número de casos registrados será subnotificado?
É importante ficar claro que vários países estão adotando a mesma prática, por recomendação da Organização Mundial da Saúde. Vamos continuar a registrar o número de casos. Como já ocorre com surtos de gripe comum, vamos confirmar uma amostra de casos e todos os outros que tiverem os mesmos sintomas e no mesmo ambiente, seja em casa, na escola, no trabalho, na igreja ou no clube, serão confirmados por vínculo epidemiológico. Além disso, temos no Brasil 62 unidades de “Rede Sentinela” em todos os estados, com a função de monitorar a circulação do vírus influenza e ocorrência de surtos. Essa rede permite que as autoridades sanitárias monitorem a ocorrência de surtos devido ao vírus da gripe comum — e, agora, do novo vírus — por meio da coleta sistemática de amostras e envio aos laboratórios de referência. É importante ficar claro que, a partir de agora, o objetivo não é saber se todos os que têm gripe foram infectados por vírus da influenza sazonal ou pelo novo vírus. Com o aumento no número de casos, passamos agora a trabalhar com o diagnóstico coletivo, exceto para aqueles que podem desenvolver a forma grave da doença, seja gripe comum ou gripe A.
7. Quais os critérios de utilização para o Tamiflu?
Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o Tamiflu. Os demais terão os sintomas tratados, de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o Tamiflu. Esse grupo de risco é composto por: idosos acima de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), e também pessoas com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.
8. O medicamento está em falta?
Não. O Ministério da Saúde possui estoque suficiente de medicamento para tratamento dos casos indicados. Além de comprimidos para uso imediato, temos matéria-prima para produzir mais nove milhões de tratamentos.
9. Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.
10. Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como:
- lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão,
- evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies,
- não compartilhar objetos de uso pessoal e
- cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.
11 - Quem está no grupo de risco?
O grupo de risco é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.
12 - Por que o Rio Grande do Sul registra tantos casos da influenza A (H1N1)?
Todos os anos, o Brasil registra ocorrências de casos graves e óbitos por gripe e doenças associadas, como pneumonia, em todas as regiões. Neste período do ano, que é inverno, sempre há maior ocorrência desses casos, em especial no RS e nos outros estados do Sul e Sudeste. Isso porque eles têm o inverno mais rigoroso e mais prolongado. Além disso, no caso especifico da influenza A (H1N1), há países com maior número de casos que fazem fronteira com o Rio Grande do Sul, como é o caso da Argentina. A disseminação da doença aumenta e não é indicado controlar o fluxo de pessoas na fronteira, pois isto não tem efeito na disseminação da doença.
13- Grávidas podem tomar fosfato de oseltamivir?
Não há registros de efeitos negativos do uso do fosfato de oseltamivir em mulheres grávidas e em fetos. No entanto, como medida de precaução e conforme orientação do fabricante, esse medicamento só deve ser tomado durante a gravidez se o seu benefício justificar o risco. Essa decisão deve ser tomada de acordo com indicação médica.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Dia do Estudante

Para alguém muito especial...
Você, estudante é quem pode se considerar uma pessoa muito batalhadora.
Uma pessoa que batalha todo dia, à busca de mais conhecimento a cada instante.
Alguém, que luta para alcançar seus objetivos, sem nunca ter pensado em desistir. É como se essa palavra não existisse no seu vocabulário.
Alguém que jamais quer estar em primeiro lugar,sem jamais ter passado por cima de qualquer pessoa que seja.
Estudante não tem idade, pode ser que tenha seis ou sessenta anos não importa, o importante é que cada pessoa um dia já foi ou vai ser um verdadeiro e um eterno estudante.
Parabéns a você estudante pelo seu dia!!!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
De volta às Aulas

As aulas estão de volta e com isso estão de volta também muitos sonhos e também necessidade de enfrentamento da realidade. Os professores sonham com turmas bem entusiasmadas, que vibrem com as atividades; sonham também com o reconhecimento por seu trabalho educacional insubstituível. E o aluno? Quais os seus sonhos? O que esperam nesse retorno às aulas? Qual é o enfrentamento de realidade? Sonham com bons professores, com a redescoberta do conhecimento e do saber, que certamente os levará a uma vida melhor, de mais qualidade, onde poderão aplicar para fora da sala de aula todo saber adquirido, acrescido da competência de poder transformar o que está errado, melhorar o que ainda não está muito bom e manter o que já é bom. Cumpre a todos, autoridades e familiares fazer uma reflexão sobre os sonhos dos professores e dos alunos e, encontrar formas de colaborar apoiando os novos modelos, novas concepções do fazer pedagógico, mais condizentes com as necessidades e expectativas de todos. Vivemos num mundo de rápidas e significativas mudanças, e isto torna clara a importância fundamental no recomeçar das aulas pensando em mudanças. Nada pode limitar-se ao comodismo de ser como era antes. Ninguém passa pelo mesmo ponto, duas vezes, da mesma forma. Nós nos modificamos e o que está a nossa volta, longe ou perto, também se transforma. Aqui cabe, além dos sonhos uma reflexão para alunos e professores indagando-se em relação aos aspectos da realidade.
* Será que podemos voltar à sala de aula como se o tempo houvesse parado, só nos esperando retornar?
* Será correto e honesto, não sonhar ou não buscar ferramentas que implementem os sonhos?
* Será honesto continuar como no ano anterior, repetir os mesmos comportamentos e procedimentos, não inovar, não criar, parar no tempo.
* É preciso traçar objetivos; pois será o início de uma nova vida e junto professores e alunos transformam sonhos em realidade.
* Alerta! O momento é este! O momento é agora! No retorno às aulas, vamos transportar os sonhos de todos para o real, fazendo da escola um mundo de novas descobertas, novas conquistas, novos saberes, um mundo onde o ideal é ser feliz!
Muito otimismo porque este ano vai ser melhor! Muito melhor que o ano passado! Mas, parece que tratamos da educação apenas no binômio professores e alunos! E os pais? E a família? A estes educadores por excelência cabe a grande tarefa de incentivar o filho, conversar com ele sobre seus interesses, suas limitações e seus conflitos. Cabe aos pais entenderem e conscientizarem os filhos de que as férias escolares prolongadas oferecem muitas opções de lazer e entretenimento, e que a escola além de oferecer também lazer e entretenimento vai cobrar algumas coisas importantes além do entretenimento e da recreação. Nestes aspectos os pais devem estar atentos para ajudar a escola a conseguir seus objetivos, muitos dos quais dependem de atenção, concentração, dedicação e persistência dos alunos em suas atividades. Pais, professores e alunos unidos em um só pensamento:- Feliz volta às aulas! Com muitos sonhos e enfrentamento da realidade escolar que supõe prazer mas também bastante dedicação e força de vontade.









